Não. É uma sequência sintética de 17 caracteres calculada apenas para satisfazer o dígito verificador ISO 3779. A ferramenta não consulta fabricante, NHTSA nem DENATRAN.
Gere e valide números de chassi (VIN) de 17 posições com o dígito verificador oficial ISO 3779.
O VIN (Vehicle Identification Number, ou número de chassi) segue o padrão internacional ISO 3779, adotado no Brasil desde a Resolução CONTRAN nº 24/1998, que exige a gravação do número no chassi ou monobloco conforme a norma NBR 6066 da ABNT. As 17 posições se dividem em blocos: WMI (posições 1 a 3, identifica fabricante, país e marca), VDS (posições 4 a 8, descreve o modelo), um dígito verificador na posição 9, o código do ano-modelo na posição 10, o código da planta de fabricação na posição 11, e o VIS ou número de série nas posições 12 a 17 (as últimas quatro, 14 a 17, são sempre numéricas). Nenhuma das 17 posições usa as letras I, O ou Q, porque elas se confundem visualmente com 1 e 0. O dígito verificador é a única posição calculada: cada caractere vira número por uma tabela de transliteração, multiplica-se pelo peso da posição, soma-se tudo e tira-se o resto da divisão por 11, resto 10 vira o caractere 'X'. Essa ferramenta gera VIN sintéticos que passam nesse cálculo e valida VIN colados localmente, sem consultar NHTSA, DENATRAN ou qualquer base de fabricante.
Das 17 posições do VIN, só a 9ª é resultado de uma conta, todas as outras são atribuídas pelo fabricante (dentro de regras da ISO 3779). O cálculo transforma cada caractere em número: dígitos valem o próprio valor, e as letras seguem uma tabela fixa (A=1, B=2... H=8, J=1, K=2... N=5, P=7, R=9, S=2... Z=9). Cada posição tem um peso: 8,7,6,5,4,3,2,10,0,9,8,7,6,5,4,3,2 para as posições 1 a 17 (a própria posição 9 tem peso 0, ela não entra na própria soma). Multiplica-se cada valor pelo peso, soma-se tudo, e o resto da divisão por 11 vira o dígito verificador, exceto quando o resto é 10, caso em que o dígito é a letra 'X'.
Esse desenho existe para pegar erros de digitação e adulteração grosseira: trocar um único caractere quase sempre muda a soma ponderada e quebra o dígito verificador. É por isso que compradores de veículos usados e sistemas de cadastro conferem esse dígito antes de aceitar um VIN como bem-formado.
Um VIN que passa no dígito verificador é apenas bem-formado matematicamente, isso não confirma que ele foi realmente atribuído a um veículo, nem revela histórico de sinistro, recall, quilometragem ou procedência. Para esse tipo de informação sobre um VIN real, é preciso consultar o fabricante, o DENATRAN ou serviços especializados de histórico veicular, esta ferramenta não faz esse tipo de consulta, de propósito, para não expor dado de terceiros nem depender de serviço externo.
Cole o código no seu HTML e a ferramenta aparece na sua página, sem a navegação e sem os anúncios do J-Kit. Ela continua rodando no navegador de quem visita o seu site.
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title="Gerador de Chassi (VIN)"
></iframe>Estas referências ajudam a contextualizar fórmulas, padrões, APIs e limitações usadas nesta página. Elas não substituem validação profissional quando o resultado tiver impacto jurídico, financeiro, médico ou operacional.
Não. É uma sequência sintética de 17 caracteres calculada apenas para satisfazer o dígito verificador ISO 3779. A ferramenta não consulta fabricante, NHTSA nem DENATRAN.
O VIN é gerado e validado localmente no navegador. Analytics recebe apenas ação e status, nunca o número gerado ou colado.