Celular com nono dígito
- Entrada
- (11) 99999-9999
- Saída esperada
- match
DDD 11 entre parênteses, espaço, nono dígito 9, quatro dígitos, hífen e mais quatro: os 11 dígitos batem com o padrão de celular completo.
regex telefone brasileiro
Um telefone brasileiro válido em formato tem DDD de 2 dígitos seguido de 8 números (fixo) ou 9 números (celular, com o nono dígito). Este preset testa exatamente essa contagem, não se a linha atende do outro lado.
DDD 11 entre parênteses, espaço, nono dígito 9, quatro dígitos, hífen e mais quatro: os 11 dígitos batem com o padrão de celular completo.
10 dígitos corridos, sem parênteses nem hífen: como todo o resto do padrão é opcional, um DDD de 2 dígitos mais 8 números também passa.
O padrão só aceita hífen ou nada entre os dois blocos finais de 4 dígitos; um espaço no lugar do hífen quebra o casamento mesmo com a contagem de dígitos certa.
Sim. A ideia é permitir montar a expressão, aplicar flags e conferir matches em tempo real, o que ajuda bastante em depuração, aprendizado e ajuste fino de padrões.
Não. Ela mede formato: contagem de dígitos, posição do DDD e do nono dígito. Uma linha desativada, um DDD reciclado ou um número nunca atribuído podem passar no formato e não existir; confirmar existência exige envio de SMS, chamada ou integração com operadora.
Porque `\d{2}` só exige 2 dígitos, sem checar se o valor está entre 11 e 99. É a diferença entre validar formato (quantos dígitos, em que posição) e validar domínio (quais DDDs a ANATEL realmente atribuiu), e este preset resolve só a primeira.
Sim, porque o nono dígito é opcional (`9?`): sem ele o padrão aceita a linha fixa de 10 dígitos, com ele aceita o celular de 11. Um detector separado só para celular teria de trocar o `9?` por um `9` obrigatório.
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