Script executável
- Entrada
- 755
- Saída esperada
- rwxr-xr-x
7 = 4+2+1 para o dono; 5 = 4+1 para grupo e outros.
chmod 755 ou 644
Digite 755 ou 644 na aba Calculadora e veja as caixas marcadas, o texto do ls -l e os comandos prontos. A regra de bolso cabe em uma linha: pastas e programas em 755, arquivos comuns em 644.
7 = 4+2+1 para o dono; 5 = 4+1 para grupo e outros.
6 = 4+2 para o dono; 4 apenas leitura para os demais.
Liga a execução para os três de uma vez.
Equivale a voltar de 664 para 644.
O X só liga a execução em pasta ou em arquivo que já tinha x.
O 7 dá ao dono leitura, escrita e execução (4+2+1). Cada 5 dá a grupo e outros leitura e execução (4+1), sem escrita. Em arquivos, é o modo de programas e scripts; em diretórios, deixa todos listarem e entrarem, mas só o dono criar e apagar itens. O ls -l mostra rwxr-xr-x.
Funciona, mas dá execução a arquivos que nunca deveriam rodar, como imagens e HTML. O certo é 644 para arquivos e 755 para pastas; a calculadora mostra os dois comandos find que aplicam isso à árvore.
Falta o x. Sem execução na pasta não dá para entrar nem acessar os itens, só ver os nomes. A calculadora avisa quando uma pasta tem leitura sem execução.
Então esse usuário cai na classe outros (ou grupo, se pertencer ao grupo do arquivo). Com 644 e 755 ele lê e executa, o suficiente para servir arquivos. Só precisa de escrita onde o programa grava, e aí o ajuste é de dono ou grupo, não de 777.
Aceita rwxr-xr-x, -rwxr-xr-x ou cláusulas como u=rwx,g=rx,o=.
644: arquivo comum. O dono lê e grava, os demais só leem.
chmod 644 arquivochmod u=rw,g=r,o=r arquivochmod -R 644 pasta/find . -type f -exec chmod 644 {} +find . -type d -exec chmod 644 {} +install -m 644 origem destinomode: '0644'RUN chmod 644 /caminho/arquivoCOPY --chmod=644 origem destinogit update-index --chmod=-x arquivoSegue o POSIX e o GNU chmod (testado no coreutils 9.4). Sistemas BSD, macOS, ACLs e montagens como FAT ou NTFS podem se comportar diferente.