Uma CNH sintética ainda conta como dado pessoal sensível?
Não se ela não corresponder a nenhum condutor real: sem vínculo com uma pessoa identificável, o número gerado não é dado pessoal de ninguém; o risco de tratamento sensível existe quando o valor é uma CNH real, ou quando o sintético é associado por engano a um cadastro que representa alguém de verdade.
Por que não usar a CNH de um funcionário como exemplo em documentação interna?
Porque isso espalha o número, e possivelmente a categoria de habilitação e histórico associado, dessa pessoa por documentos, prints e repositórios de um jeito que ela dificilmente autorizou; um valor sintético cumpre o mesmo papel de exemplo sem carregar ninguém junto.
Gerar a CNH sintética localmente evita alguma chamada de rede desnecessária?
Sim, todo o cálculo, sorteio de 9 dígitos e dois dígitos verificadores em módulo 11, roda no navegador; um endpoint de geração seria uma superfície de rede sem necessidade real, e ainda deixaria um registro de servidor com cada valor emitido.
Um ambiente de homologação com CNH sintética ainda precisa de controle de acesso?
Sim, o cuidado básico de qualquer ambiente, controle de acesso, retenção limitada, continua valendo; o que muda é que, se esse ambiente vazar, nenhum condutor real tem número de habilitação, categoria ou histórico exposto junto com o resto do dado de teste.