Não. O RG é emitido por órgãos estaduais e não há um único algoritmo nacional comparável ao do CPF. Cada Secretaria de Segurança Pública usa seu próprio formato e regra, então um número válido em um estado pode não fazer sentido em outro.
Gere RG sintético no padrão SSP/SP com dígito verificador para testes de software e validação de formulários.
Ao contrário do CPF, o Registro Geral não tem um algoritmo nacional: ele é emitido por órgãos estaduais (as Secretarias de Segurança Pública), e cada estado usa seu próprio formato, tamanho e regra de dígito. Isso significa que não existe um número de RG "universalmente válido". Por isso esta ferramenta assume um escopo explícito e honesto: gerar um RG sintético no estilo SSP/SP, com o dígito verificador calculado pelo módulo 11 usado nas validações paulistas. O resultado é ideal para fixtures e formulários que esperam esse padrão, em desenvolvimento e QA. Ele não representa uma pessoa real nem uma consulta cadastral oficial, é um placeholder coerente para teste, gerado localmente no seu navegador.
O CPF tem uma regra nacional de dígitos verificadores, então um CPF válido é válido em todo o país. O RG não: cada Secretaria de Segurança Pública emite no seu próprio formato, alguns órgãos usam dígito verificador, outros têm formatos históricos, tamanhos e máscaras diferentes. Não há um algoritmo único que valide "qualquer RG do Brasil".
Para testes confiáveis, a melhor prática é declarar exatamente qual padrão é suportado, em vez de gerar um número genérico que finja ser universal. Esta ferramenta faz isso: assume o padrão SSP/SP e deixa claro o órgão emissor, evitando a falsa impressão de validade nacional.
No padrão paulista, o RG é formado por uma base numérica sequencial seguida de um dígito verificador, normalmente exibido com a máscara 00.000.000-0. A ferramenta separa esses componentes no resultado (base, verificador e órgão), para você entender o que cada parte significa.
O dígito verificador é calculado pelo módulo 11 sobre a base, a mesma família de cálculo do CPF, mas com o parâmetro do RG paulista, em que o último caractere pode inclusive ser um X para representar o valor 10. Por isso o número gerado passa em validadores que esperam esse formato.
O uso legítimo é preencher campos de RG em cadastros, checkouts e telas que validam o formato paulista, sem depender do documento de uma pessoa real. Combinado com o gerador de CPF, ajuda a montar massas de teste completas para homologação.
Como todo dado de identidade, um RG merece cuidado: a geração acontece 100% no navegador, e o número não entra em analytics, URL ou storage. Ele nunca deve ser usado para cadastros reais, simulação de identidade, antifraude ou qualquer processo com validade jurídica, para isso, só um documento real e verificável serve.
Cole o código no seu HTML e a ferramenta aparece na sua página, sem a navegação e sem os anúncios do J-Kit. Ela continua rodando no navegador de quem visita o seu site.
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width="100%"
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title="Gerador de RG"
></iframe>Estas referências ajudam a contextualizar fórmulas, padrões, APIs e limitações usadas nesta página. Elas não substituem validação profissional quando o resultado tiver impacto jurídico, financeiro, médico ou operacional.
Não. O RG é emitido por órgãos estaduais e não há um único algoritmo nacional comparável ao do CPF. Cada Secretaria de Segurança Pública usa seu próprio formato e regra, então um número válido em um estado pode não fazer sentido em outro.
A geração acontece localmente no navegador. Analytics recebe apenas ação, status, tipo e formato, nunca o RG gerado.