Decisão deliberada: port scanner sem autorização é vetor de abuso e tem implicação legal em vários países. Preferimos uma referência clara e segura.
Catálogo curado de portas TCP/UDP. Não é scanner, é catálogo.
Esta ferramenta é um buscador sobre um catálogo curado de portas TCP e UDP usadas no dia-a-dia de devs e ops: web, e-mail, bancos de dados, acesso remoto, mensageria, gaming relevante e mais. Portas são identificadores numéricos de 0 a 65535 que, junto com o endereço IP, dizem a qual serviço uma conexão se destina, a IANA as divide em três faixas (bem conhecidas, registradas e dinâmicas). As entradas seguem o IANA Service Name and Transport Protocol Port Number Registry e os RFCs originais, com campos de protocolo, faixa, categoria, nível de segurança e a contrapartida cifrada quando existe (por exemplo, 80 → 443). Decisão deliberada: a ferramenta não realiza varreduras de porta em endereços externos. Port scanner sem autorização é vetor de uso indevido e legalmente cinzento; preferimos uma referência clara e segura, que roda inteiramente no seu navegador a partir de um dataset embarcado.
Um endereço IP identifica a máquina; a porta identifica o serviço dentro dela. Uma conexão é definida pela tupla protocolo + IP de origem + porta de origem + IP de destino + porta de destino, e é isso que permite ao sistema operacional entregar cada pacote ao programa certo. Portas vão de 0 a 65535 e existem separadamente para TCP (conexão confiável e ordenada) e UDP (sem conexão, mais rápido), por isso a mesma numeração pode ter significados diferentes em cada protocolo.
A IANA organiza esse espaço em três faixas: bem conhecidas (0–1023), atribuídas a serviços centrais e que exigem privilégio de root para escutar no Unix; registradas (1024–49151), para aplicações que pedem um número fixo; e dinâmicas ou efêmeras (49152–65535), usadas pelo sistema como porta de origem temporária ao abrir conexões de saída.
Exemplo 1, consulta direta: busque 443 e você encontra HTTPS (HTTP sobre TLS), na faixa bem conhecida, categoria web, marcada como cifrada; a mesma porta 443 sobre UDP serve ao HTTP/3 com QUIC. Busque ssh e chega à porta 22, usada por Secure Shell e SFTP, com criptografia ponta a ponta.
Exemplo 2, endurecendo uma configuração: filtre por segurança 'sem criptografia' e você vê os candidatos a migração. O catálogo aponta a contrapartida segura de cada um: HTTP 80 → HTTPS 443, FTP 21 → FTPS 990 (ou SFTP 22), POP3 110 → POP3S 995, IMAP 143 → IMAPS 993 e SMTP 25 → submissão 587. É o mapa de para onde mover cada serviço legado.
Use o catálogo ao escrever regras de firewall, configurar um proxy nginx, documentar um serviço ou revisar o que um container expõe. Ele também sinaliza portas perigosas: bancos como MySQL (3306), PostgreSQL (5432) e Redis (6379) nunca devem ficar abertos à internet, e a API do Docker sem TLS (2375) equivale a acesso root remoto.
A ferramenta é referência, não scanner: não conecta a IPs nem testa portas em máquinas de terceiros, por escolha ética e legal. Toda a busca acontece sobre o dataset embarcado, no seu navegador, sem enviar consultas a servidores. Cada ferramenta tem uma rota /embed/{locale}/port-finder com noindex e branding mínimo, pronta para iframe.
Cole o código no seu HTML e a ferramenta aparece na sua página, sem a navegação e sem os anúncios do J-Kit. Ela continua rodando no navegador de quem visita o seu site.
<iframe
src="https://jkit.tools/embed/pt-BR/port-finder"
width="100%"
height="600"
style="border:0"
loading="lazy"
title="Referência de Portas"
></iframe>Estas referências ajudam a contextualizar fórmulas, padrões, APIs e limitações usadas nesta página. Elas não substituem validação profissional quando o resultado tiver impacto jurídico, financeiro, médico ou operacional.
Decisão deliberada: port scanner sem autorização é vetor de abuso e tem implicação legal em vários países. Preferimos uma referência clara e segura.
Canal de dados do FTP (modo ativo). Tráfego sem criptografia, prefira SFTP (22) ou FTPS (990).
Canal de controle do FTP. Sem criptografia. Prefira SFTP (22) ou FTPS (990).
SSH para shell remota e SFTP para transferência de arquivos com criptografia ponta a ponta.
Shell remota legada sem criptografia. Substituído por SSH (22).
Envio de e-mail entre servidores. Suporta STARTTLS. Bloqueado por muitos ISPs para clientes finais.
Resolução de nomes. UDP para queries normais, TCP para zone transfers e respostas grandes. DoT (853) e DoH (443) cifram.
Servidor DHCP escuta requisições de clientes nesta porta.
Cliente DHCP recebe respostas do servidor nesta porta.
Transferência simples sem autenticação. Comum em PXE boot e equipamentos de rede.
HTTP em texto claro. Em produção use sempre HTTPS (443).
Autenticação Kerberos (KDC). Base de Active Directory.
Recebimento de e-mail (legado). Sem criptografia. Use POP3S (995).
Usenet / newsgroups. Pouco usado hoje. Versão segura: NNTPS (563).
Sincronização de relógio. Frequentemente abusado em ataques de amplificação.
Mapeador de endpoints DCE/RPC da Microsoft. Nunca exponha à internet.
Resolução de nomes NetBIOS. Vetor histórico de worms (Sasser/Conficker).
SMB sobre NetBIOS. Substituído por SMB direto na 445.
Acesso a e-mail. Texto claro. Use IMAPS (993).
Gerenciamento de equipamentos de rede. Versões 1/2c sem criptografia. SNMPv3 cifra.
Recebimento de traps/alertas SNMP.
Protocolo de roteamento da internet pública. Sessões TCP entre ASes.
IRC tradicional. Versão TLS: 6697.
Diretório (Active Directory, OpenLDAP). Use LDAPS (636) ou StartTLS.
Web cifrada (TLS 1.2/1.3). Também usada por HTTP/3 sobre QUIC (UDP 443).
Compartilhamento de arquivos Windows direto sobre TCP. Vetor de WannaCry, bloqueie no perímetro.
Submissão de e-mail com TLS implícito. Alternativa moderna ao 587 com STARTTLS.
Logs centralizados. Sem criptografia; use TLS syslog (6514) para tráfego sensível.
Submissão autenticada de e-mail por clientes. STARTTLS obrigatório em provedores modernos.
Impressão (CUPS). Frequentemente exposta sem necessidade.
LDAP cifrado com TLS implícito.
Consultas DNS cifradas com TLS.
Sincronização rsync sem criptografia. Prefira rsync sobre SSH.
Canal de dados do FTPS implícito.
FTPS com TLS implícito. SFTP (22) costuma ser mais simples de operar.
Acesso IMAP cifrado.
POP3 cifrado.
Proxy SOCKS4/5. Usado por Tor e clientes de proxy genéricos.
OpenVPN, geralmente UDP. Pode rodar em TCP em redes restritivas.
SQL Server. Não exponha à internet pública.
Listener Oracle. Manter atrás de firewall.
VPN PPTP, considerada insegura. Use OpenVPN, IKEv2 ou WireGuard.
Autenticação AAA. Use RADSEC para tráfego cifrado.
Contabilização RADIUS.
Broker MQTT sem TLS. Use MQTTS (8883) em produção.
Compartilhamento de arquivos Unix. NFSv4 suporta Kerberos para autenticação.
API Docker sem TLS, equivalente a acesso root remoto. NUNCA exponha à internet.
API Docker com TLS mutual obrigatório.
Padrão informal de servidores Node em desenvolvimento (Next.js, Express).
Banco MySQL/MariaDB. TLS opcional; manter privado.
Desktop remoto Windows. Sempre atrás de VPN ou gateway.
Travessia de NAT para WebRTC e VoIP.
Padrão de Phoenix Framework em desenvolvimento.
Painel local do túnel ngrok.
Padrão de servidor de desenvolvimento Flask. No macOS conflita com AirPlay.
Sinalização VoIP em texto claro. SIP-TLS na 5061.
Sinalização VoIP com TLS.
Padrão do Vite (React/Vue/Svelte).
Mensageria XMPP. Suporta StartTLS.
Federação XMPP entre servidores.
Descoberta zero-config (.local).
Banco PostgreSQL. TLS configurável; manter privado.
Brokers AMQP (RabbitMQ). TLS na 5671.
Cliente VNC via HTTP.
Tela remota VNC (protocolo RFB). Tunelar por SSH em redes não confiáveis.
WinRM em HTTP. Use HTTPS (5986).
WinRM cifrado.
Cache/key-value Redis. NUNCA exponha sem auth, vetor frequente de mineração.
API server Kubernetes com mTLS obrigatório.
Faixa alternativa de IRC.
IRC cifrado.
Servidores HTTP de desenvolvimento (Django, http.server).
HTTP alternativo. Comum em proxies, dashboards e Tomcat.
HTTPS alternativo, comum em painéis admin.
MQTT cifrado.
PHP-FPM e várias ferramentas de dev.
Endpoint de métricas Prometheus.
Broker Kafka. TLS/SASL configuráveis.
API HTTP do Elasticsearch/OpenSearch. Manter privado.
Cache em memória. UDP é vetor de amplificação, use TCP e firewall.
Servidor Minecraft Java.
Servidores baseados em Source (CS:GO, TF2, etc).
Banco MongoDB. Não exponha sem auth.
VPN WireGuard. Porta padrão recomendada pela documentação oficial.
Tudo roda localmente no seu navegador a partir de um catálogo embarcado. Esta ferramenta não conecta a IPs nem portas, não é scanner.