Finanças brasileiras

Tabela FIPE por dentro: pesquisa de mercado, não fórmula

Um mito comum sobre a Tabela FIPE é que ela sai de uma fórmula: idade do carro, uma taxa fixa de depreciação por mês, e pronto. Não é assim que ela funciona. A Tabela FIPE é o produto de uma pesquisa de mercado: todo mês, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, apura os preços que concessionárias e revendas pediram à vista por cada versão de carro, moto e caminhão no Brasil, descarta os valores fora da curva e publica a média do que sobrou. Não existe uma curva matemática de depreciação por trás do número, existe um levantamento de campo com defasagem de coleta e publicação, o que explica por que a tabela às vezes atrasa em relação ao que o mercado está cobrando de verdade. Este guia mostra como essa pesquisa é montada, o que o código que identifica cada versão de veículo significa, onde a FIPE entra na lei (do IPVA ao seguro) e por que ela é uma média de referência, não um preço de venda garantido. Consulte qualquer veículo pela [Consulta FIPE](tool:fipe-consulta) enquanto lê.

J-Kit16 min de leituraIntermediário
  • Tabela FIPE
  • Veículos
  • IPVA
  • Seguro de auto
  • Financiamento

Resumo rápido

  • A Tabela FIPE é uma pesquisa de mercado mensal (desde 1988), não um cálculo de depreciação por fórmula fixa.
  • Por ser uma pesquisa com defasagem de coleta e publicação, ela tende a atrasar em relação a choques bruscos de oferta e demanda, como ficou visível na crise de semicondutores de 2021-2022.
  • O código FIPE (seis dígitos, hífen, um dígito) trava a busca numa combinação exata de tipo, marca, modelo e versão.
  • A tabela é base legal do IPVA (a legislação e a alíquota variam por estado) e referência para seguro e financiamento, mas é uma média, não um preço de venda garantido.

A FIPE é uma fundação de pesquisa, não uma fórmula

A sigla FIPE significa Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, fundada em 1973 para apoiar o Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, a mesma FEA-USP com a qual a fundação mantém vínculo institucional até hoje, segundo a própria página da FEA-USP sobre a fundação. Além da tabela de veículos, a FIPE produz outros indicadores conhecidos no Brasil, como o índice de preços ao consumidor IPC-Fipe e o indicador de aluguel FipeZap. A tabela de veículos, oficialmente chamada de Tabela de Preços Médios de Veículos, é só um dos produtos da fundação, mas é de longe o mais consultado pelo público em geral.

O próprio nome já entrega a resposta: é uma tabela de preços médios, não de preços calculados. Segundo a definição publicada no site oficial da fundação, a tabela expressa os preços médios para pagamento à vista, praticados na revenda de veículos para o consumidor final, pessoa física, no mercado nacional, servindo apenas como parâmetro para negociações e avaliações, não como um preço fechado. A pesquisa que sustenta esse número roda desde 1988: todo mês, a equipe da FIPE apura o que concessionárias e revendas estão cobrando por cada combinação de marca, modelo, versão e ano em todo o país, separadamente para carros, motos e caminhões.

Fundação
A FIPE é uma entidade privada sem fins lucrativos, ligada academicamente à FEA-USP, não um órgão público nem uma empresa de tecnologia.
Pesquisa de mercado
O método por trás da tabela: coleta direta de preços praticados, não um cálculo teórico de depreciação.
Tabela de referência
Cada rodada mensal da pesquisa recebe um número sequencial, é essa a "tabela de referência" que os relatórios e a API mostram.
Valor médio
O número final publicado para cada código: a média dos preços coletados depois de descartar os extremos.
  1. 1973A FIPE é fundada

    Um grupo de economistas ligados à USP cria a fundação para apoiar o ensino e a pesquisa em economia na FEA-USP.

  2. 1988Começa a pesquisa mensal de veículos

    A FIPE passa a apurar todo mês os preços médios de venda de carros, motos e caminhões novos e usados em todo o Brasil.

  3. 2015Surgem as primeiras APIs não oficiais

    Desenvolvedores independentes lançam APIs gratuitas que espelham a tabela publicada, abrindo o acesso programático que a FIPE nunca ofereceu oficialmente.

  4. HojeA tabela segue mensal, o acesso é via agregadores

    A pesquisa continua saindo mês a mês; ferramentas como a Consulta FIPE buscam esses dados por meio da BrasilAPI, um agregador de APIs públicas brasileiras.

Como a pesquisa mensal vira uma tabela

A metodologia, descrita pela própria FIPE e reproduzida por veículos especializados no assunto, segue um roteiro fixo todo mês: pesquisa direta nas concessionárias e revendas, tratamento estatístico dos valores coletados e publicação da média. Não há um coeficiente de depreciação aplicado sobre o preço de tabela do ano anterior, cada rodada é uma nova coleta de campo, independente da anterior.

  1. Coleta nas concessionáriasPesquisadores registram o preço pedido à vista por cada versão de veículo na revenda ao consumidor final, em todo o país.
  2. Tratamento estatísticoValores muito acima ou muito abaixo da faixa comum são descartados antes de qualquer cálculo.
  3. Cálculo da médiaO que sobra depois do descarte vira o valor médio daquele mês para aquele código de veículo.
  4. Numeração da tabela de referênciaCada rodada mensal recebe um número sequencial, é o modo "tabelas" que a Consulta FIPE lista.
  5. PublicaçãoO resultado entra no ar no site oficial, normalmente nos primeiros dias do mês seguinte ao da coleta.
1988ano em que a pesquisa mensal de veículos começou
3categorias pesquisadas: carros, motos e caminhões
Mensalfrequência de coleta e publicação da tabela

Um exemplo ilustrativo ajuda a ler a variação percentual que aparece de uma tabela de referência para a outra (os valores abaixo são hipotéticos só para explicar a conta, a tabela real muda todo mês e não pode ficar fixada num texto). A matemática é a mesma do guia de porcentagem, aumento e desconto: pega-se a diferença entre o valor novo e o valor antigo, divide-se pelo valor antigo.

Tabela de referência de junho/2026 (hipotética): R$ 40.000,00
Tabela de referência de julho/2026 (hipotética): R$ 39.200,00

Variação = (39.200 - 40.000) / 40.000 x 100
Variação = -800 / 40.000 x 100 = -2%
Exemplo trabalhado 1 (valores hipotéticos): como ler a variação percentual entre duas tabelas de referência do mesmo código.

Por que a FIPE costuma ficar atrás do mercado real

Esse atraso não é falha de execução, é estrutural. Como a pesquisa roda mês a mês e o resultado só é publicado depois de fechada a coleta e o tratamento estatístico, qualquer choque de oferta ou demanda que aconteça de forma rápida aparece na tabela com uma rodada de atraso, no mínimo. Em condições normais isso quase não se nota, os preços de carro variam pouco de um mês para o outro. Em choques bruscos, a defasagem fica visível.

O exemplo mais claro da última década foi a crise global de semicondutores de 2021 e 2022. A escassez de chips travou linhas de montagem no mundo todo, a TSMC, fabricante de Taiwan, concentra cerca de 70% da produção desses componentes automotivos, segundo reportagem da Motor Show, e fez o prazo de entrega de peças praticamente dobrar. Sem carros zero-quilômetro suficientes para vender, quem precisava trocar de veículo migrou em peso para o mercado de usados, pressionando a demanda justamente sobre os carros que a tabela tradicionalmente já classificava como depreciados. Consumidores desembolsaram até 20% a mais para comprar um carro em 2021 na comparação com o ano anterior, segundo análise da CNN Brasil, e o Brasil respondeu por cerca de 400 mil veículos a menos dentro da produção mundial afetada pela crise. Uma pesquisa mensal não capta esse tipo de salto no dia em que ele acontece: ela registra a média do que já foi negociado no mês anterior, então uma disparada de demanda tende a aparecer na tabela oficial só na rodada seguinte, atrás do que o balcão já estava cobrando.

O código FIPE e o que a ferramenta de consulta mostra

Visualmente, um código FIPE é uma sequência de seis dígitos, um hífen e mais um dígito, por exemplo 001313-7. Não é um número aleatório: segundo referências especializadas em consulta de código FIPE, cada trecho identifica uma parte específica do veículo. Nesse exemplo (um Fiat Punto Attractive 1.4 Fire Flex 8V 5p), o primeiro dígito (0) indica o tipo de veículo dentro da tabela consultada, os dois dígitos seguintes (01) identificam a marca (Fiat), os três seguintes (313) identificam o modelo e a versão, e o dígito depois do hífen (7) funciona como um dígito de validação do código. É esse código, e não o nome comercial do carro, que trava a busca numa única combinação exata de marca, modelo, versão e ano, evitando ambiguidade entre configurações parecidas do mesmo carro.

A estrutura do código FIPE, ilustrada com o exemplo 001313-7 (Fiat Punto Attractive).
SegmentoNo exemploO que identifica
1º dígito0Tipo de veículo dentro da tabela consultada.
2º-3º dígitos01Marca (nesse exemplo, Fiat).
4º-6º dígitos313Modelo e versão específicos.
Dígito após o hífen7Dígito de validação do código.

A própria FIPE não publica uma API pública oficial para consultar esses dados. O que existe é o site oficial da tabela e uma safra de APIs não oficiais, construídas por desenvolvedores independentes, que espelham a tabela publicada, a mais conhecida entre elas está no ar desde 2015. A Consulta FIPE deste site segue esse mesmo caminho: ela roda no servidor e busca os dados pela BrasilAPI, um agregador de APIs públicas brasileiras, com quatro modos de busca, listar as tabelas de referência disponíveis (cada rodada mensal tem um número), listar marcas por tipo de veículo (carro, moto ou caminhão), listar os modelos de uma marca escolhida, e buscar o preço diretamente pelo código FIPE completo. Nenhum desses modos calcula nada: eles apenas repassam o que a pesquisa mensal já apurou, incluindo marca, modelo, ano do modelo, combustível e o mês de referência daquele valor.

Busque por marca, modelo ou código FIPE completo e veja o preço médio, o mês de referência e os dados do veículo.Abrir a ferramenta em página inteira

Onde a FIPE entra na lei e no bolso

A Tabela FIPE deixou de ser só uma referência de mercado e virou peça de legislação e de contrato em pelo menos três situações comuns para quem tem carro no Brasil.

Os três usos mais comuns da Tabela FIPE fora da simples consulta de preço.
UsoComo funcionaBase
IPVAO estado publica uma tabela de valor de mercado; a alíquota multiplica esse valor para chegar ao imposto anual.Legislação de cada estado (varia por UF)
Seguro, perda totalA seguradora costuma indenizar pelo valor médio de mercado do veículo na data do sinistro, não pelo valor declarado na apólice.Cláusulas de apólice; prática do mercado segurador
Financiamento e leasingBancos usam o valor de mercado como referência de garantia do veículo financiado.Prática do mercado de crédito

O exemplo mais fácil de citar com precisão é o de São Paulo. A Lei estadual 13.296/2008 determina, no artigo 7º, parágrafo 1º, que o valor de mercado do veículo usado, base de cálculo do IPVA, vem de uma tabela que o Poder Executivo publica todo ano, considerando marca, modelo, tipo e ano de fabricação. A lei não cita a FIPE pelo nome, mas na prática é a própria fundação quem presta esse serviço: a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo contrata todo ano a pesquisa de valores à FIPE e publica o resultado em Diário Oficial. O artigo 9º, inciso III, da mesma lei fixa a alíquota em 4% para carros de passeio (motos, ônibus e caminhões têm alíquotas diferentes). Isso não vale para o Brasil inteiro: cada estado define sua própria legislação de IPVA, sua própria alíquota e, às vezes, sua própria fonte de valor de mercado, então o mecanismo exato muda de UF para UF.

Com esses dois números de São Paulo (a tabela de valor de mercado e a alíquota de 4% para carros de passeio), o cálculo do IPVA é direto:

Valor de mercado do veículo (tabela de referência, São Paulo): R$ 45.000,00
Alíquota (carro de passeio, São Paulo, Lei 13.296/2008, art. 9º, III): 4%

IPVA = R$ 45.000,00 x 0,04 = R$ 1.800,00
Exemplo trabalhado 2: cálculo de IPVA em São Paulo a partir do valor de mercado tabelado e da alíquota legal.

Ao financiar um carro, o valor de mercado também entra como referência de garantia do bem. Depois de simular as parcelas no financiamento de veículo, vale conferir o custo total do crédito na calculadora de CET, que soma juros, tarifas e IOF num único percentual anual, o CET quase sempre fica acima da taxa de juros anunciada isoladamente.

Como funciona a indenização por perda total no seguro

A seguradora Allianz descreve o princípio de forma direta em material voltado ao público: a indenização não usa o valor máximo declarado na apólice, ela usa o preço médio indicado pela tabela na data do sinistro. Um carro segurado em janeiro por R$ 60.000, que sofre perda total em julho quando a tabela já mostra R$ 58.000 para aquele modelo, é indenizado pelos R$ 58.000, refletindo a depreciação que o mercado já registrou entre as duas datas.

É por isso que ler a apólice com atenção importa: contratos com cobertura por "valor de mercado referenciado" seguem esse valor variável, enquanto contratos por "valor determinado" travam um número fixo desde a contratação, independente do que a tabela mostrar depois.

FIPE, Molicar e o limite de uma média

A FIPE não é a única tabela de referência de veículos no Brasil. A Molicar é a concorrente mais citada, sobretudo entre seguradoras, e a diferença entre as duas não é só de marca, é de metodologia.

Tabela FIPE

  • Pesquisa preços médios praticados por concessionárias e revendas, por combinação de marca, modelo, versão e ano.
  • Não distingue região, quilometragem ou itens opcionais dentro de um mesmo código.
  • Acesso gratuito e público, o que a torna a referência mais citada no varejo e na lei.

Tabela Molicar

  • Segundo material do Banco Inter, leva em conta itens opcionais e a configuração específica do veículo, além da média de mercado.
  • Mais usada por seguradoras para calcular indenizações mais detalhadas em casos de perda total, roubo ou furto.
  • Acesso pago, por assinatura, diferente da FIPE.

As duas nasceram para resolver o mesmo problema, dar um número de referência num mercado onde cada carro usado é, tecnicamente, único, mas chegam lá por caminhos diferentes. Nenhuma das duas substitui uma vistoria antes de fechar negócio.

Se o próximo passo é financiar o carro que você acabou de consultar, entenda a diferença entre SAC e Price antes de escolher o sistema de amortização, e veja como juros compostos, aportes e inflação se comportam ao longo de um financiamento longo. Para entender por que índices oficiais também têm essa lógica de pesquisa e defasagem entre coleta e publicação, vale o guia de atualização monetária, juros e índices.

Perguntas frequentes

A Tabela FIPE usa uma fórmula de depreciação?
Não. A tabela vem de uma pesquisa de mercado mensal: a FIPE apura os preços à vista que concessionárias e revendas estão praticando por cada versão de veículo, descarta os valores fora da curva e publica a média do que sobrou. Não existe uma taxa fixa de depreciação por mês aplicada sobre o valor anterior.
Por que o preço real do carro é diferente do valor da FIPE?
Porque a FIPE é uma média nacional por combinação de marca, modelo, versão e ano, ela não sabe o estado de conservação, a quilometragem, a região ou o histórico do carro específico que você está negociando, e também porque a pesquisa tem uma defasagem natural de um mês entre a coleta e a publicação.
O que significa o código FIPE de um veículo?
É uma sequência de seis dígitos, um hífen e mais um dígito (por exemplo, 001313-7). Segundo referências especializadas, o primeiro dígito indica o tipo de veículo, os dois seguintes a marca, os três seguintes o modelo e a versão, e o dígito após o hífen funciona como um dígito de validação. É o código, não o nome comercial, que identifica uma combinação exata na tabela.
A FIPE tem uma API oficial?
Não. A FIPE publica a tabela no site oficial, mas não oferece uma API pública própria. O que existe são APIs não oficiais construídas por desenvolvedores independentes que espelham os dados publicados, algumas no ar desde 2015. A Consulta FIPE deste site busca os dados por meio da BrasilAPI, um desses agregadores.
A Tabela FIPE é usada no cálculo do IPVA em todos os estados?
A maioria dos estados usa uma tabela de valor de mercado de veículos como base do IPVA, e a FIPE costuma prestar esse serviço de pesquisa, como faz para São Paulo por contrato com a Secretaria da Fazenda estadual. Mas cada estado define sua própria legislação e alíquota, então o mecanismo exato varia de UF para UF, não generalize a regra de um estado para outro sem checar a lei local.
Seguro de carro sempre paga o valor da Tabela FIPE em caso de perda total?
Depende da apólice. Em contratos com cobertura por valor de mercado referenciado, a seguradora costuma indenizar pelo valor da tabela na data do sinistro, que pode ser diferente do valor declarado quando o seguro foi contratado. Em contratos por valor determinado, o número é fixo desde a contratação. Confira sempre a cláusula específica do seu contrato.

A Tabela FIPE não é uma fórmula de depreciação, é uma pesquisa de mercado mensal conduzida desde 1988 pela FIPE, fundação ligada à USP desde 1973, que apura o preço médio pedido por concessionárias e revendas, descarta os extremos e publica a média. Por ser uma pesquisa com defasagem de coleta e publicação, ela tende a atrasar em relação a choques bruscos de oferta e demanda, como ficou visível na crise de semicondutores de 2021-2022. O código de seis dígitos mais um dígito de validação trava a busca numa combinação exata de tipo, marca, modelo e versão, e a Consulta FIPE busca esse dado pela BrasilAPI, já que a FIPE não tem API oficial própria. A tabela é base legal do IPVA (legislação e alíquota variam por estado) e referência para seguro e financiamento, mas continua sendo uma média de referência, não um preço de venda garantido.

Fontes e referências

  1. Fipe, Sobre a Fipe (institucional)
  2. Fipe, Tabela de Preços Médios de Veículos
  3. FEA-USP, FIPE
  4. Assembleia Legislativa de São Paulo, Lei nº 13.296, de 23 de dezembro de 2008 (IPVA)
  5. LegisWeb, Sefaz-SP divulga tabela de valores-base para IPVA
  6. CNN Brasil, Apesar de melhora em crise de chips, analistas não veem carros mais baratos em 2022
  7. Motor Show, Crise dos chips: por que faltam carros e os preços dos usados dispararam
  8. Parallelum, Fipe API (documentação, API não oficial)
  9. PlacaFipeBrasil, O que é o código FIPE
  10. Banco Inter, Tabela Molicar: o que é e diferença para a Tabela Fipe
  11. Allianz, O que é a Tabela FIPE e como ela afeta seu seguro