Caso LAL
- Entrada
- a=5, b=7, C=60°
- Saída esperada
- c ≈ 6,244998
c² = 25 + 49 − 2×5×7×cos(60°) = 39, e √39 ≈ 6,244998; cos(60°) = 0,5 é um valor notável, sem aproximação.
lei dos cossenos
A lei dos cossenos generaliza o teorema de Pitágoras para qualquer triângulo, não só o retângulo. Ela resolve o caso LAL direto e devolve os três ângulos de um LLL, mas tem um vizinho, o caso LLA, que às vezes admite duas respostas diferentes para os mesmos dados.
c² = 25 + 49 − 2×5×7×cos(60°) = 39, e √39 ≈ 6,244998; cos(60°) = 0,5 é um valor notável, sem aproximação.
sen(B) = 0,875 tem duas soluções possíveis entre 0° e 180°, então os mesmos três dados de entrada completam dois triângulos diferentes.
2 + 3 = 5 é menor que 6, violando a desigualdade triangular antes mesmo de calcular qualquer ângulo.
Os casos clássicos: LLL (três lados), LAL (dois lados e o ângulo entre eles), ALA e AAL (dois ângulos e um lado) e LLA (dois lados e um ângulo não incluído). Sempre é preciso ao menos um lado.
Quando C = 90°, cos(90°) = 0 elimina o último termo, sobrando c² = a² + b²; o triângulo de lados 3, 4 e 5 confirma isso, porque cos C = (9+16−25) ÷ 24 = 0.
Porque o arco-seno pode devolver dois ângulos, θ e 180° − θ, com o mesmo seno; com A = 30°, a = 4 e b = 7, sen(B) = 0,875 aceita tanto B ≈ 61,05° quanto B ≈ 118,95°, formando dois triângulos distintos com os mesmos dados.
Aplique a desigualdade triangular, a soma de dois lados quaisquer precisa superar o terceiro; 2, 3 e 6 falham (2+3=5≤6), enquanto 3, 4 e 5 passam (3+4=7>5), verificação que a calculadora faz antes de tentar qualquer ângulo.
Informe 3 medidas (com pelo menos um lado). A figura é desenhada em escala.
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