Vetor de referência
- Entrada
- 123456789
- Saída esperada
- cbf43926
Vetor citado na especificação CRC-32/ISO-HDLC, o mesmo polinômio usado pelo ZIP e pelo Ethernet, usado para conferir se uma implementação bate com o padrão.
gerador crc32
CRC32 devolve um checksum de 32 bits em 8 caracteres hexadecimais e não é hash criptográfico: é um código de detecção de erro baseado em divisão polinomial. Aqui você calcula o valor e vê onde ele realmente é usado, longe de qualquer promessa de segurança.
Vetor citado na especificação CRC-32/ISO-HDLC, o mesmo polinômio usado pelo ZIP e pelo Ethernet, usado para conferir se uma implementação bate com o padrão.
O mecanismo é o mesmo que grava o campo CRC-32 de 4 bytes no cabeçalho local de cada arquivo dentro de um .zip real, só que ali ele roda sobre os bytes descomprimidos, não sobre o nome do arquivo.
Pangrama clássico usado em documentação técnica para comparar implementações de CRC32 de bibliotecas diferentes.
Sim. Texto, arquivo e chave HMAC são processados diretamente no navegador, sem upload para servidor.
Não. É um código de detecção de erro linear, criado para achar corrupção acidental, não para resistir a um atacante. Um atacante consegue calcular bytes extras que forçam qualquer CRC32 desejado sem quebrar nada por força bruta.
Porque os dois formatos nasceram nos anos 1990 focados em achar corrupção de disco ou de rede, não em segurança contra manipulação. Um checksum de 32 bits é barato de calcular em qualquer hardware da época, e continua assim por compatibilidade retroativa até hoje.
Sim. O gerador de hash calcula CRC32 também para arquivo, não só para texto, então dá para comparar o valor com o checksum gravado num .zip ou informado por outra fonte.
—Checksum clássico para integridade acidental, não criptográfica.
Texto, arquivos e segredos são processados localmente. Nada é enviado para o servidor.