String vazia
- Entrada
- ∅
- Saída esperada
- da39a3ee5e6b4b0d3255bfef95601890afd80709
Valor do FIPS 180 para a entrada vazia, usado para conferir se uma implementação de SHA-1 está correta antes de confiar nela para outra coisa.
gerador sha-1
SHA-1 produz um resumo de 160 bits em 40 caracteres hexadecimais e ainda aparece em sistemas legados que nunca migraram. Aqui você gera o digest e vê a linha do tempo real que tirou o algoritmo dos certificados dos navegadores.
Valor do FIPS 180 para a entrada vazia, usado para conferir se uma implementação de SHA-1 está correta antes de confiar nela para outra coisa.
Mesmo vetor de teste "abc" que o NIST usa desde 1995 para validar implementações de SHA-1 e SHA-256, mudando só o algoritmo.
Exemplo de string curta típica de sistema antigo que ainda valida contra um digest SHA-1 gravado anos atrás em outro banco de dados.
Sim. Texto, arquivo e chave HMAC são processados diretamente no navegador, sem upload para servidor.
Não. Desde o SHAttered em 2017 e o chosen-prefix em 2020, forjar uma colisão custa tempo e dinheiro alcançáveis, não décadas de supercomputador. Para qualquer coisa nova, use SHA-256 ou SHA-512.
Porque trocar o identificador de cada objeto quebraria a compatibilidade de todo repositório existente. Desde a versão 2.29, lançada em 2020, o Git oferece um modo opcional que usa SHA-256 em vez disso, mas a migração é escolhida projeto a projeto.
Não. Chrome, Firefox e Safari bloqueiam a conexão com aviso de segurança para qualquer certificado TLS que dependa de SHA-1, prática adotada logo depois do ataque SHAttered de 2017.
—Hash legado amplamente reconhecido, mas com fragilidades conhecidas.
Texto, arquivos e segredos são processados localmente. Nada é enviado para o servidor.