String vazia
- Entrada
- ∅
- Saída esperada
- d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e
Esse valor está na própria RFC 1321: qualquer implementação correta do MD5 precisa devolver exatamente esse resumo para a entrada vazia.
gerador md5
MD5 devolve um resumo de 128 bits em 32 caracteres hexadecimais, definido pela RFC 1321 em 1992. Ele ainda aparece em checksums de download e em scripts de deduplicação de arquivo, mas perdeu qualquer uso de segurança depois da primeira colisão prática, publicada em 2004.
Esse valor está na própria RFC 1321: qualquer implementação correta do MD5 precisa devolver exatamente esse resumo para a entrada vazia.
Vetor de teste oficial citado na RFC 1321 para a string "abc", usado há décadas para confirmar que uma implementação segue o padrão.
Trocar só a última letra, para "jkit.toolz", muda o resumo inteiro para 3803195eb34836da4d2fc6c03b8402d3: é o efeito avalanche que faz o MD5 ainda detectar corrupção acidental, mesmo sendo inseguro contra ataque deliberado.
Sim. Texto, arquivo e chave HMAC são processados diretamente no navegador, sem upload para servidor.
Só para checagens sem adversário: comparar dois arquivos que você mesmo gerou ou confirmar que um download não corrompeu no caminho. Depois da colisão prática de 2004 e da versão mais rápida em 2005, ele não protege contra ninguém que queira forjar o resultado de propósito.
Porque o formato de 32 caracteres hexadecimais ficou padronizado em scripts, changelogs e integrações publicadas antes de 2005. Reescrever essas referências exige tocar em sistemas legados que muita equipe prefere não mexer, então o valor MD5 original continua citado décadas depois.
Não. Sem custo computacional ajustável nem salt embutido, um MD5 de senha cai rápido numa tabela rainbow ou numa GPU testando bilhões de combinações por segundo. O padrão atual para senha é bcrypt, scrypt ou Argon2.
—Checksum legado rápido, não seguro para proteção moderna.
Texto, arquivos e segredos são processados localmente. Nada é enviado para o servidor.