String vazia
- Entrada
- ∅
- Saída esperada
- e3b0c44298fc1c149afbf4c8996fb92427ae41e4649b934ca495991b7852b855
Valor do FIPS 180-4 para a entrada vazia, o primeiro teste que qualquer implementação de SHA-256 precisa passar.
gerador sha-256
SHA-256 devolve um resumo de 256 bits em 64 caracteres hexadecimais e é a escolha padrão para checksum, assinatura de certificado e chave de cache. Aqui o cálculo já sai pronto, com foco no uso técnico real do algoritmo.
Valor do FIPS 180-4 para a entrada vazia, o primeiro teste que qualquer implementação de SHA-256 precisa passar.
Esse tipo de resumo vira chave de cache de payload de API: dois corpos de requisição idênticos sempre geram o mesmo hash de 64 caracteres, então dá para usar como identificador sem reler o JSON inteiro.
Mudar só o número de patch, para "v2.5.1", já produz um resumo completamente diferente (começando em 9bb0d91e), o que faz do SHA-256 uma boa impressão digital para builds e tags de versão.
Sim. Texto, arquivo e chave HMAC são processados diretamente no navegador, sem upload para servidor.
Não. SHA-256 foi feito para ser rápido, e uma senha precisa do oposto: uma função lenta com salt, como bcrypt, scrypt ou Argon2, que torne cada tentativa cara para quem está atacando uma lista vazada.
O protocolo aplica SHA-256 sobre o resultado de outro SHA-256, prática chamada de double hashing, adotada por Satoshi Nakamoto para mitigar um ataque de extensão de comprimento conhecido na época em que o Bitcoin foi lançado, em 2009.
Não, nenhuma colisão prática foi publicada até hoje. O espaço de saída de 256 bits deixa a busca por força bruta fora do alcance de qualquer hardware atual, ao contrário do que aconteceu com MD5 em 2004 e SHA-1 em 2017.
—Hash moderno e amplamente suportado para integridade.
Texto, arquivos e segredos são processados localmente. Nada é enviado para o servidor.