Soma impossível corrigida
- Entrada
- P(A)=60%, P(B)=70%
- Saída esperada
- P(A∪B)=88%
Somar direto daria 130%, impossível; subtrair a interseção independente (42%) traz o resultado de volta para dentro de [0,1].
probabilidade de dois eventos
A união de dois eventos soma as duas probabilidades e subtrai a interseção, P(A∪B) = P(A) + P(B) − P(A∩B), porque somar sem subtrair conta duas vezes o espaço onde os dois acontecem juntos. Ignorar esse ajuste pode até devolver um número maior que 1, um valor que nenhuma probabilidade real pode ter.
Somar direto daria 130%, impossível; subtrair a interseção independente (42%) traz o resultado de volta para dentro de [0,1].
(1/6)×(1/6)=1/36: a regra da multiplicação vale porque o resultado de um dado não muda a chance do outro.
0,3÷0,5: saber que B ocorreu eleva a chance de A de 0,5 para 0,6, informação que a probabilidade isolada de A não captura.
Divida os casos favoráveis pelos casos possíveis. Ao lançar um dado, a chance de sair 4 é 1 ÷ 6 ≈ 0,167 = 16,7%.
São eventos que nunca acontecem juntos, então P(A∩B) = 0 e a fórmula da união simplifica para P(A∪B) = P(A) + P(B), sem nada a subtrair. Tirar cara e coroa no mesmo lançamento de moeda é um exemplo: os dois nunca ocorrem ao mesmo tempo.
Eles são independentes quando P(A∩B) = P(A)×P(B) se confirma nos dados, como em dois dados separados, 1/6×1/6=1/36. Se a interseção real for diferente desse produto, os eventos têm alguma dependência entre si, e usar a regra da multiplicação nesse caso subestima ou superestima a interseção.
Porque a soma simples conta duas vezes a fatia onde os dois eventos acontecem ao mesmo tempo, a interseção; com P(A)=60% e P(B)=70%, a soma direta chega a 130%, impossível, e só subtrair a interseção (42% no caso independente) devolve o valor correto, 88%.
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