Um número primo é um inteiro maior que 1 que não tem divisores inteiros positivos além de 1 e de si mesmo. Os primeiros primos são 2, 3, 5, 7, 11, 13…
Verifique se um número é primo, encontre seus fatores primos e propriedades.
Um número primo é um inteiro maior que 1 divisível apenas por 1 e por ele mesmo; todo inteiro maior que 1 que não é primo é composto. Para decidir a primalidade, esta ferramenta usa o teste de Miller-Rabin em versão determinística, com um conjunto fixo de 12 testemunhas (2, 3, 5, …, 37) que é comprovadamente correto para qualquer inteiro positivo até 10²⁴, muito mais rápido que testar divisores um a um em números grandes. Para os compostos, ela calcula a fatoração prima completa por divisão sucessiva (tirando o fator 2 e depois os ímpares até a raiz quadrada do que resta), exibindo o resultado no formato 2³ × 3² × 5. Pelo teorema fundamental da aritmética, essa decomposição é única. A ferramenta ainda identifica se o número é um quadrado perfeito ou um cubo perfeito, usando raízes inteiras exatas. Todo o cálculo usa BigInt (inteiros de precisão arbitrária), sem overflow, e roda localmente no navegador.
A ideia mais simples de teste é a divisão de tentativa: se nenhum inteiro de 2 até √n divide n, então n é primo, basta ir até a raiz porque, se n = a·b, um dos fatores é ≤ √n. Isso é ótimo para números pequenos, mas fica lento para gigantes. Por isso a ferramenta usa Miller-Rabin determinístico, que decide a primalidade com poucas contas de exponenciação modular, e com as testemunhas certas dá resposta exata (não probabilística) até 10²⁴.
Já a fatoração usa a divisão sucessiva: retira-se o fator 2 enquanto possível, depois os ímpares 3, 5, 7… até a raiz quadrada do número que sobra; o que restar acima de 1 no final é o último fator primo. As multiplicidades viram os expoentes de saída. Também há duas verificações extras por raízes inteiras: n é quadrado perfeito se ⌊√n⌋² = n e cubo perfeito se ⌊∛n⌋³ = n.
Exemplo 1, testar 97: como √97 ≈ 9,8, basta checar os primos até 9, ou seja, 2, 3, 5 e 7. O 97 é ímpar, a soma dos algarismos (16) não é divisível por 3, ele não termina em 0 ou 5 e 97 = 7 × 13 + 6, então 7 também não divide. Nenhum fator até a raiz existe, logo 97 é primo.
Exemplo 2, fatorar 360: tirando o 2, 360 = 2 × 2 × 2 × 45 = 2³ × 45; depois 45 = 3 × 3 × 5 = 3² × 5. Assim, 360 = 2³ × 3² × 5. Como nem todos os expoentes são pares (há um 3 e um 1), 360 não é quadrado perfeito.
Alguns valores fogem à dicotomia primo/composto: 0 e 1 não são nem um nem outro, o 1 é chamado de unidade, e a definição de primo exige n > 1. O 2 é o único primo par, já que qualquer outro número par tem o 2 como fator. Uma consequência elegante da fatoração única: um número é quadrado perfeito exatamente quando todos os expoentes primos são pares, e cubo perfeito quando todos são múltiplos de 3.
Primos são a matéria-prima da teoria dos números e a base de boa parte da criptografia moderna: o RSA, por exemplo, apoia-se no fato de que multiplicar dois primos grandes é fácil, mas fatorar o produto de volta é computacionalmente caríssimo. Eles também aparecem em funções de hash, geradores pseudoaleatórios e códigos corretores de erros.
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title="Verificador de Número Primo"
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Um número primo é um inteiro maior que 1 que não tem divisores inteiros positivos além de 1 e de si mesmo. Os primeiros primos são 2, 3, 5, 7, 11, 13…
Suporta inteiros positivos até 10²⁴.
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