z = 1,96, bilateral
- Entrada
- z = 1,96
- Saída esperada
- p = 0,0500
Rejeita H0 a α = 0,05 (p = 0,04999).
calcular valor-p a partir do z
Na aba Valor-p, escolha z ou t, o tipo de teste, digite a estatística (e os graus de liberdade para t) e o α. O resultado traz o p, a decisão e a cauda sombreada no gráfico.
Rejeita H0 a α = 0,05 (p = 0,04999).
Perto do crítico de 1%.
Crítico unilateral de 5%.
Crítico unilateral de 1%.
Contra 0,0027 se fosse z.
Padronize o valor com z = (x − μ) / σ e leia a área acumulada Φ(z). Para P(X < x) a resposta é Φ(z); para P(X > x) é 1 − Φ(z); para P(a < X < b) é Φ(zb) − Φ(za). Com μ = 100, σ = 15 e x = 115, z = 1 e P(X < 115) = 0,8413. Na calculadora basta escolher o tipo, digitar os valores e ler o resultado com o passo a passo.
Pela regra p ≤ α, sim. Na prática, o limiar de 0,05 é uma convenção, e um p de 0,049 e outro de 0,051 trazem quase a mesma evidência. Relate o p e o tamanho do efeito, não só a decisão.
Use a aba Inversa. Para p bilateral de 0,05, peça a opção de duas caudas com 5%: o z é ±1,96. Para p unilateral de 0,01, peça a cauda direita com 1%: o z é 2,3263.
É notação científica: 2,5 vezes 10 elevado a −7, ou 0,00000025. Acontece com estatísticas distantes, como z = 5, cuja cauda direita vale 2,9e-7. A ferramenta mostra assim para não arredondar tudo para 0,000000.
z = (115 − 100) / 15 = 1P(X < 115) = Φ(1) = 0,841345| Faixa | Intervalo | Regra | Exato |
|---|---|---|---|
| μ ± 1σ | 85 – 115 | 68% | 68,2689% |
| μ ± 2σ | 70 – 130 | 95% | 95,45% |
| μ ± 3σ | 55 – 145 | 99,7% | 99,73% |